ReportórioOriginais › Rapsódia Boémia '98

 

Ser tuno é tão duro,
E não há como negar
Tanto acorde, tanto apuro,
Para conseguir tocar.

O consolo da minha voz
É o copo na minha mão
Quanto mais bebo, melhor
Vou cantar esta canção.

Ainda há que estudar,
Não o podemos esquecer,
A mesada quero ganhar,
O meu copo quero encher.

Seja branco, verde ou tinto,
Patrocina a lição.
Quanto mais bebo, melhor
Vou estudar e ser marrão.

Ai, o que é que eu faço,
Isto não pode ser assim…
O destino, sou eu que o traço,
Mas o Destino troça de mim!

Com tanto p’ra beber
E a idade p’ra gozar,
Sem saber o que fazer,
Tanta dúvida no ar…

Procurei os meus amigos,
Veio deles a solução:
Quanto mais beberes, melhor
Cantarás este refrão.

Ai, se o álcool é inimigo,
Fugir dele é covardia,
Grito alto: - Eu consigo
Beber um jarro de sangria.

Sangria
Cheia e fria,
E um copo
De Ginjinha.
Amarguinha,
Toda minha,
Tão docinha,
A garrafinha.
Imperial,
És a tal.
Aguardente,
Que é o que a gente
Quer…


Sangria
Cheia e fria,
E um copo
De Ginjinha.
Amarguinha,
Toda minha,
Tão docinha,
A garrafinha.
Imperial,
És a tal.
Aguardente,
Que é o que a gente
Tem na mente
Porque a gente
Bate mal!!!